FRANCISCO,UM CORAÇÃO QUE TRAZ O AMOR.

COMUMICO A TODOS OS MEUS 3463 (TRES MIL QUATROCENTOS E SESSENTA E TRÊS ) SEGUIDORES E AMIGOS QUE, DURANTE ESTA SEMANA E TODOS OS DIAS, OS QUATRO BLOGUES DE NOSSA AUTORIA, ESTARÃO DEDICADOS, EXCLUSIVAMENTE, AO AMOR, E ACEITANDO A SUA COLORABORAÇÃO, PARA SEREM AQUI PUBLICADOS E COM OS DEVIDOS CRÉDITOS, OS SEUS TEXTOS NUMA GRANDE PASSEATA VIRTUAL DO CORAÇÃO.

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Uma palavrinha tão pedida, lembrada, procurada e que, durante séculos protagonizou sempre a vitoria do bem sobre o mal, da generosidade sobre o egoísmo, do perene sobre o transitório, do perdão sobre o ódio, da afinidade sobre o rancor, do prazer sobre a mágoa, da luz sobre as trevas, da humildade sobre a arrogância, da libertação sobre qualquer tipo de escravidão.


Amor que sempre é tudo, insubstituível, imprescindível, sem moeda de troca e que, não admite ser apenas filial, romântico, amizade, companheiro, fugaz ou consumado, pois o amor é tudo que está contido no universo e o universo somos todos nós.
Se dói no nosso coração, age para nos purificar, se exalta a alma alegra nossas vidas, se voa com os pássaros é para nos ver do alto e sobre todos os jardins da vida, os mares da Terra,os caminhos dos homens, então, o amor chora, ri,sente,fraqueja,fortalece, afinal o amor é humano.



E qualquer ser humano que o cative com o seu coração, abra suas portas para ele, cultive-o e, não o deixe esfarrapado ou sôfrego pelo meio do caminho , estará no caminho do meio.
Sem desacreditar nele na primeira provocação do ódio, da inveja, hipocrisia ou dos males e outros menos nobres sentimentos contrários e travestido de amor tímido, destes que ficam secando em solo árido, precisando de uma chuva abundante de encantamentos úmidos, molhados, encharcados de esperança que, o fará renascer em si, a magia da vida.






E por Francisco, um coração que traz o amor e por qualquer outro homem ou mulher que nos acene com esta feliz possibilidade do reencontro e a monumentalidade dos nossos anseios, esperanças e certeza de estarmos a caminho da felicidade e paz interior, devemos festejar.
Afinal, o amor não tem religião, nacionalidade, bandeira, cor, camisa, lado, ideologia, pois é absoluto e paira soberano sobre tudo e todas as coisas, é a semente que viceja, o sol que ilumina, a lua que enobrece a noite, a chuva que, encanta o sono reparador com seus barulhos dos céus e, o gotejar dos nossos protetores telhados das nossas mais verdadeiras e sentidas emoções.
As chuvas de cores que nos abraçam e revitalizam.


Então, sorriam as crianças banguelas, balancem os rabos os cachorros arteiros, mostrem os seios a mãe, mães da vida que alimentam os homens com a seiva sagrada da sobrevivência, trabalhem e cada vez mais, todos os homens e mulheres que, acreditam na construção diária da honra, ética e dignidade do viver em consonância suprema com todos os astros e estrelas do cosmo que, reparem bem, nunca pediram propina para nos manter vivos.


E mesmo que você não seja um sol, ou não tenha nascido lua, muito menos um cometa, saiba que, o amor que está contido no seu coração pode ser do tamanho do universo, pois, lembram que, eu disse que estamos contidos nele?
É tempo de reconciliação, explosão de amor, abraços mútuos que, sintam o calor dos corações de brancos, negros, amarelos, indígenas, ocidentais, orientais, homens e mulheres enfim, de boa vontade e agradável percepção para sentirem que a vida é muito mais do que pequenas vinte e quatro horas.

A SENHA QUE ME ASSANHOU.

  
Fiquem tranquilos, o título não está errado, ninguém tomou litros do chá de Santo Daime, que deixa todo mundo doidão, enfim, está tudo sob controle e, eu explico.
Recebi um e-mail do banco, dizendo em educadíssimo e gentil texto que, agora eu teria uma nova senha provisória e seria:
 #b u n d o n*. 
Quando eu quisesse acessar o diskInternetbank, deveria digitar isto e, após, o primeiro acesso, eu teria que mudá-la por outra que, fosse da minha preferência, com a qual eu mais me identificasse, achasse mais acessível ou mais bonita.
Esses caras pensam o quê?  Que eu sou tarado em senha? Que vivo sonhando com senhas? Afinal, o que eles quiseram dizer com aquela insinuação sobre uma nova senha que fosse da minha “preferência”?



Então, no primeiro acesso ao banco eu já coloquei a nova senha da minha “preferência”, e pensei numa que lembrasse uma boca bem carnuda e gostosa, com aqueles cabelinhos no braço fininhos tipo pêssego, uma nádega atrativa empinada e atrevida, um coxão invejável, uma voz meio rouca, quente e um rostinho enlouquecedor que era: 1teson.


Para minha surpresa em todos os outros acessos que fiz ao tal disk bank, me informavam que havia erro na nova senha e me passaram para a atendente.
-Boa noite, senhor. Meu nome é Roberta. Com eu quem eu falo, por favor?
-Comigo - respondi em tom debochado e querendo ser engraçadinho para me vingar da rejeição de minha senha.
-Pois não, senhor Comigo, em que posso servi-lo?
- Bem querida, aí, varia muito, depende muito dos seus horários, das suas motivações...
-Não entendi senhor, Comigo.
-Então deixa pra lá – respondi, praticamente resmungando feito uma criança que não ganhou o doce que pediu.
-Qual é o seu problema, Comigo?
-Com você nenhum, mas com o banco,estou com todos, pois dizem que minha nova senha, não está correta.
-Quantas tentativas o Senhor já fez?
-Três, minha filha.
-E nada? – perguntou surpresa.
-É minha fila com o passar da idade três tentativas e um belo sono é tudo o que resta desta festa-(risos e gargalhadas de ambos os lados).
-Não entendi senhor- retrucou tentando disfarçar.
-Deixa pra lá- resolvi não insistir
-Ah, sim... agora entendi- e deu um risinho sacana.


Logo em seguida perguntou uma serie de dados que, segundo ela, seriam necessários para aprofundar a pesquisa da minha situação e, confesso que, aquela palavra “aprofundar” me excitou, assim do nada! Uma besteira, né?Besteira para vocês, para mim mexeu com os meus fetiches vernaculares virtuais telefônicos. Certas palavras me excitam. Pronto!



Roberta retornou:
-Não encontrei nada.
Logo em seguida retruquei:
-É porque você está procurando no lugar errado.
- Como assim? Não entendi senhor.
E sempre que Roberta não "entendia" eu pensava que era uma provocação sensual, um jogo de sedução, e ficava mais envolvido, pois a ingenuidade feminina me coloca a beira da loucura.
-Posso fazer um negócio para o senhor? perguntou Roberta com voz de locutora de aeroporto.
Antes de responder fiquei pensando naquela atendentizinha ingênua, fazendo “coisas” para mim, de shortinho jeans curtíssimo, com o nome do banco escrito numa camiseta branca fininha toda molhadinha e deixando transparecer aqueles dois seios,e uma pena por serem só dois e não, uns seis ou oito, seria bem melhor,todos absolutamente acesos, olhando cada um para um lado e bem pra cima.
Fiquei viajando.



-Posso?- indagou Roberta demonstrando certa ansiedade.
-Ah, sim, pode!
-Eu vou fazer o seguinte: vou lhe dar uma nova chance e deixar que o senhor digite uma nova senha, em substituição àquela antiga nova senha bancária que o senhor tinha, posso?
-Que ótimo, mas posso antes fazer uma pergunta?
-Pode aprofundar senhor- ela estava me provocando.
-Roberta, você é casada?
-Casada senhor. Tenho saudade da minha lua mel! – disse como se ainda estivesse lambendo os beiços e rindo delicadamente, com certo ar nostálgico de “quero mais”.
-Então, mas vamos fazer uma troca, Roberta?
-Que troca senhor?
Já com a respiração acelerada, minhas narinas abertas, o rosto queimando e a ponta das orelhas em brasa, disse quase em voz de súplica, imaginando o melhor.
- Roberta, eu deixo você me dar uma nova chance de uma nova senha, mas depois você me deixa ter também, a chance de uma nova lua de mel com você em substituição, àquela antiga nova e única lua de mel que você já teve há muito tempo?
-Que é isso senhor, Comigo?
-É com você mesmo sua gostosa, fingindo ser ingênua e com essa sua voz trêmula de ansiedade, tipo mulher fatal! Pensa que não estou notando?
-Eu?



-É você sim, sedenta por um homem que a faça esquecer completamente a sua primeira e antiga lua de mel, implorando disfarçadamente, por uma nova em substituição- afirmei desesperado.
-Ah, o senhor é tão engraçado... -Disse, mas já , toda melosinha e esbanjando charme.
-Sou muito engraçado, sim minha vida, meu tudo, e você ainda não me viu de sunguinha preta, que ressalta a espada quando me fantasio de Pirata do Caribe, minha delicinha - finalizei ofegante.
Bem, ficamos por aqui, pois, além da nova senha, ganhei uma nova amiga atendente e, apesar de ser um homem muito discreto, reservado , decente,casto,pudico, respeitoso, recatado,cortês,distinto e educadíssimo, não poderia jamais negar a vocês que, a comi, simmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!
Ou vocês queriam que eu mentisse?


TAREFA INGLÓRIA.


 

Você não estaria lendo isto, se os atos mais primitivos, instintivos e naturais das espécies, não tivesse funcionado: o sexual.
E através dos tempos, no entanto, se pergunta: como tem funcionado?
Na aurora da humanidade as fêmeas eram pegas de surpresa, por trás como qualquer outro animal, possuídas pelo macho predador, com invulgar violência, determinação e que nunca pediam licença.
Depois jogava fora aquele chumaço de cabelo que lhes ficava nas mãos e na boca,  saindo correndo pelas estepes, saltitantes e aliviados!
As fêmeas, todas molhadinhas, encostavam-se nas paredes da caverna e para variar lamentavam:
- “Não agüento mais ejaculação precoce!”.
O ato mecânico e sob coação, jamais lhes motivava fazer ao parceiro a clássica pergunta:
-E  foi bom pra você?
 Não havia as tão esperadas preliminares entre o casal, muito menos a identificação e exploração do propalado pontos G,H,Y,K,W,U , e J , entre outros. 
A relação custo x beneficio daquelas relações era somente a perpetuação da espécie, nestas complexas engrenagens. 


No entanto, ao examinarmos estes seres humanos com os rigores da lente da ciência e identificar-lhes as diferenças sutis entre o homem e mulher, identificaremos comportamentos importantes e muito diferenciados, desde os primórdios destes relacionamentos.
Dados antropológicos atestam de que o hominídeo sempre saia alegre, leve e saltitante pelas estepes, com um sorriso de canino a canino, após a relação sexual - que como já vimos era quase um estupro - e a fêmea ficava encostadinha se lamentando, choramingando, sem entender nada do que estava acontecendo, a não ser as evidências que ocorriam nove meses depois!                       




Então, fica muito difícil cumprir esta árdua tarefa de explicar, explicar e explicar, a verdade incontestável (?)   de que, homens e mulheres foram criados para se completarem.
Muito difícil, sinônimo de impossível.
Fala sério!
É assim, desde Adão e Eva, inclusive dando todo aquele tremendo quiproquó. 
Isto porque, um precisa da parte de outra e, outra precisa da parte de um.
Junto e misturado.



Quando, são só amigos, podem até pintar quadros avulsos, pular amarelinha, jogar paciência a noite toda.
Quando amantes, no entanto, são capazes de tantas pinceladas que podem gerar imensas pinacotecas.
Olha vou ficar por aqui, pois é uma atitude inglória querer explicar como e onde estes dois gêneros  tão distintos, se completam.
Esquece.

ORGASMO VIÁRIO CONSENTIDO.

                                 

Norma Kent sai de casa pela madrugada. É mais um dos milhões de trabalhadores que vivem esta rotina, diariamente, e no final do mês tem aquela sensação que trabalhou de graça.


Mulher morena, cabelos longos , sedosos, cheirosos, coisa de primeiro mundo, minha gente.
Seios um do lado do outro e, sempre olhando para cima, numa atitude de altivez inegável, fartos, mas não abundantemente desnecessário, tipo aqueles que se esparramam todos.Presta a atenção.



Cintura que é só curva, em cima de ancas generosas, típica de mulher parideira, como se dizia , antigamente.
E finalmente, coxas roliças, destas que marcam o vestido, e Norma Kent, por esta razão sutil, detestava calças jeans, exatamente para que os homens vissem as marcas da sexualidade das suas coxas. Ela sabe o que os homens gostam!


Como? Se essa mulher tem rosto? Lógico, deixei para o final para falar do seu nariz artisticamente, desenhado e com a ponta virada para o céu das nossas fantasias e de bônus, aqueles olhos verdes.



E bunda? Ora, este é o grande final da minha descrição. Imagine uma par de nádegas perfeitas,empinadas, com textura e maciez adequadas, pensou? Então a bunda da Norma Kent é muitíssimo melhor do que esta sua excelente imaginação.
São 23 anos de absoluta perfeição corpórea e sensualidade explicita.


Isto tudo, tomou o ônibus a poucos metros da sua casa, cheio - entupido é o termo exato- e lá entrou aquilo tudo, e sacudindo os seios, coxas, bunda e esbanjando muita simpatia. Sempre foi muito dada.Oferecida é outra coisa,certo?
Acomodou-se de pé no corredor do veiculo e quando percebeu uns cinco outros passageiros, destes búfalos no cio que, vivem seus momentos máximos de felicidade nos solavancos dos ônibus, já estavam por lá feitos moscas de padaria sobrevoando os sonhos expostos no balcão.
De repente, Norma Kent, já quentíssima e narinas abertas e ofegantes por tantos esfregões “involuntários”, começou a sentir que aquela viagem poderia ser muito mais agradável do que normalmente. 

Então uma voz rouca, quente e úmida, distribuindo perdigotos no seu ouvido, delicadamente perguntou:
-Posso ter um orgasmo, senhorita?
-Ficou louco?
-Louco estou desde que você entrou aqui
-Ah, então esta coisa dura nas minhas nádegas, não é o cabo do seu guarda-chuva?
-Tá sentido?
-Estou e faça o favor de recolher esta sua bengala.
-Tem certeza?
-Tenho
-Ok, gosto de tudo muito espontâneo, desculpa.
-Bem, até que você é educado e nem precisava ser tão rápido.
-Como assim?
-É que não costumo mentir e, sinceramente comecei a gostar desta ligeira pressão nas minhas partes, afinal somos todos animais instintivos...
-Você é veterinária?
-Não
-Mas, creia sabe lidar como um garanhão...
-Acha?
-E que nádegas macias, estou..es..tou, ... es...est...;ohhhhhh
-Cara, isso é um orgasmo?
-Foi!
Ou seja, pessoal se vocês acharam que foi muito rápido é porque não estavam atrás daquela mulher.

No..Nos,...nossaaaaaaaaaaaaaa!
Desculpe, mas até eu  entrei no clima.

GERÂNIA E VALERIO.




Há quem defenda a tese de que a homossexualidade é inata. Outros têm ataque de apoplexia só de pensar na hipótese. A maioria, no entanto, não está nem aí para estas discussões acadêmicas e sob o titulo genérico de opção sexual, simplificam toda esta celeuma e sem nenhuma confusão. 

Tudo isto, remete meu pensamento a uma fase da minha adolescência na qual assisti a uma verdadeira dissimulação e, das mais hilariantes. 
Tinha um amigo, verdadeiro testicocéfalo -ou seja aquele homem que tem os testículos na cabeça - cujo único e derradeiro objetivo na vida, era transar com todas as mulheres que conhecia e vivia criando as mais engenhosas artimanhas, expressando-se através de inusitadas bazofias, mentiras e o escambau,tentando engabelar e levá-las para cama ou  até mesmo, locais menos confortáveis.
Um dia, uma brilhante ideia ocorreu-lhe: matriculou-se numa escola de balé. 

Isto porque, no lendário popular, pensava-se que todo bailarino era bicha, ou levava jeito, e que por esta razão as mulheres lhes facultavam todas as intimidades, até porque,teoricamente não deveriam ter  nenhum poder de fogo!

Travestido, escondido e aproveitando-se desta percepção social quanto à sexualidade inerente aos bailarinos, meu amigo passou a frequentar as aulas, e ser o centro obrigatório das atenções da sua turma aqui fora, pelo ao menos três vezes por semana, depois de sair do balé, ocasião na qual todos os detalhes eram contados para o delírio daquele bando de garotos.

Comentários tipo: -“ Hoje eu vi tanto peitinho que ganhei o dia”,” ou então, falava sobre as coxas, as bundas, enfim, garotas nuas tomando banho, se vestindo ou se despindo,  uma completa e fantástica vida que qualquer garoto daquela idade, acharia estar no paraíso!
Para tanto, era preciso cumprir, rigorosamente o protocolo dos  efeminados, seja na voz, nos três jeitos característicos e toda uma mis-na-cène característica e ter um texto bem decorado,condutas ensaiadas...recompensas muito boas.


No entanto, como macho que era, traía-se sempre através de uma ereção extemporânea e “indesejável” que sempre derrubava daquela montanha de fingimento.
Justificava, então para a menininhas boquiabertas que, era o frio, o calor,  a música, enfim justificavas é que não lhe faltavam.
Sentindo que não aguentaria suportar aqueles assédios por muito tempo, resolveu partir para o ataque, tipo ou tudo ou nada  e um dia,na porta do vestuário feminino, após quase todas as outras terem ido embora resolver abocanhar sua primeira vitima, num lance ousado de machismo explicito:
-Você é muito gostosa - diz para a estudante.
-Ih, Gerânia, teve uma recaída?- respondeu a bailarina incrédula.
  -Pára com isso. Meu nome e Marcos. Pode me chamar de Marcão. Isto me excita - dizia isso em tom de búfalo no cio.
-Olha Marcão, ta falando sério?
 -É lógico. Valério...
 - Já que é sério pode ir me chamando de Valério. 
- Certo, Valério, vou lhe dizer uma coisa. Desde que vi você, fiquei doidão.Valeria, Valério sei lá, eu não aguento mais!
 -Olha Marcão, deixa eu te dizer uma coisa: também estou na sua.
 - Então, já que é assim,me beija, Valério. Coisa gostosa "vamos que vamos", minha... 
 -Dá um tempo. Marcos.Estou,também na sua... farsa. Você fingindo ser gay e eu disfarçando que sou menina, mulher, fêmea. 
-Mas você, Valério,valeria... 
 -Marcão eu sou é lésbica. Gostamos da mesma fruta...
Só então Marcão descobriu que não era o mais inteligente dos homens e sentiu na carne a força daquele ditado popular que diz: 
-Quem com ferro fere com ferro será ferido.


SEXO É UM PRODUTO DE CONSUMO.


ESTA POSTAGEM SE TRANSFORMOU NUM BLOG.
ENDEREÇO:




Sexo é consumo, a não ser em casos, nos quais o amor está presente e então, as conotações do relacionamento adquirem outros formatos, e a intervenção deste sentimento torna menos utilitarista a pratica sexual em si  e concomitante, provoca alguma perda da prioridade dos instintos sexuais, nestes casos domados por um amplo espectro de sentimentos difusos e menos objetivos, na qual a emoção , em geral desqualifica a exclusiva  necessidade de atendimento somente, das relações sexuais, para dar significado essencial,àquela convivência.

Porém maioria dos relacionamentos, hoje consagrados aos objetivos de mútua e orgástica obtenção de prazer, o foco único é conquistar esta verdadeira  maravilha dos sentidos e pelo qual ,os homens lutam durante suas vidas todas para conquistarem e pouco interessando quem seja o adversário a ser vencido.



Isto porque,o cara parte para cima em busca daqueles incríveis segundos de prazer, como um verdadeiro búfalo no cio.



E este tipo de sexo é uma forma de consumo, tal qual, encontramos na sociedade capitalista dominante, exatamente como acontece com você ao ser compelido pelo mágico convencimento das mídias para compulsivamente, comprar uma casa que chamará de sua, um celular o mais moderno diferente e atualizado com centenas de serviços diferenciados do anterior, uma geladeira top de linha, trocar de carro a cada ano por mais econômico e completo,encher as bolsas de alimentos e outras utilidades nos supermercados e, viver pensando,em qual quinquilharia ao comprar você poderá obter melhor satisfação pessoal ao trazer para casa e consumir, seja o que for.



É isso aí, minha gente!

Não existe nenhum exagero nesta tese, pois o consumo de sexo é hoje uma realidade e que, já envolve uma milionária industria de novas motivações para tornar-lo cada vez mais atraente  e propor formas variadíssimas de obtenção deste prazer inigualável nas suas mais variadas e criativas opções e serviços os mais sofisticados para atender a esta crescente demanda.



Este explícito e evidente consumo sexual, torna cada vez mais robusta e explicável a tese de que, o sexo hoje é um produto  e, sempre em mutantes formas de embalagens e conteúdos,nas mais constantes adaptações funcionais de suas práticas, para atender a um mercado cada mais desejoso de opções e descobertas mais plurais para a plena satisfação dos desejos da carne, livres e independentes de outros penduricalhos afetivos que, até agora, adornam o amor romântico.

Afirmamos que a pluralidade de escolha quanto às opções de gêneros, continuarão a evoluir e,  sempre em novos desdobramentos para prática eletiva de obtenção do prazer sexual, nesta sociedade cada vez mais multifacetada de formas e necessidades de extrapolar dos níveis atuais deste produto de consumo ,sob a forma de instinto inato e que, sempre foi tabu e classificado como tão somente para servir de uma forma para perpetuar a espécie humana.

Santa, ingenuidade!








AS BRAVATAS DO MACHO PREDADOR OU COLOCANDO ORDEM NESTAS BASÓFIAS!


                                        
As duas coisas mais freqüentes que costumo identificar, nos incansáveis relatos masculinos, sobre suas conquistas sexuais, são: As inigualáveis descrições das suas deusas parceiras e que sempre são,gostosíssimas e lindíssimas, e as fantasiosas intensidades das performances destes verdadeiros búfalos no cio. 

Procurarei ser o mais didático possível no detalhamento destes temas, pois, eles se constituem na mais pura essência, origem e razão de todas as bazófias masculinas que tentam impressionar, o mais profundamente possível, seu atento e incauto interlocutor.

Em geral, a frase introdutória para a narração destes épicos libidinosos é a enfática revelação do macho-antropófago-sexual, ao amigo, e que inevitavelmente, se inicia com a pífia e desmoralizada frase:

-”Comi com um mulherão!”.

Ora, vamos analisar, agora, as eternas contradições lógicas desta afirmação.
Se ele é heterossexual básico, só poderia, evidentemente, praticar sexo com uma mulher. Porém, o macho bravateiro, usa inicialmente uma frase de impacto para prender seu interlocutor.
Acompanhem nosso raciocínio: o conquistador queria fazer sexo com quem? Ou com o quê? Se ele chegasse e dissesse:
- “Saí, ontem com uma antena parabólica lindíssima!  
Ou ainda:
- “Você precisa conhecer a chave de parafuso com a qual eu transei semana passada”.
 E quem sabe:
- Nunca pensei que fazer sexo com uma jaca madura fosse tão macio”.

Nestas tentativas de narrativas insólitas,só um idiota continuaria a ouvi-lo!
Na verdade, os ouvintes destas bravatas masculinas, costumam ser, igualmente, bravateiros. Eles se atraem de maneira única.
Gente,não há coisa mais antiga que um homem sair com uma mulher e este ritual tem suas origens no relacionamento entre mais antigos primatas humanos. 

Desde os homens da caverna e quando praticavam sexo era igualmente com as macacas as quais eles sempre achavam serem as mais gostosas. 
Não existe a menor lógica na afirmação resultante destas empáfias masculinas a não ser, criar um cenário glamoroso de expectativas em torno daquela que parece ser sempre, a última e grandiosa conquista da qual teremos noticia, sobre a face da terra.

A prática indica que na maioria dos casos, esta supervalorização esconde a real tragédia de uma relação, com uma baranga.

Estas pseudos e verdadeiras “máquinas sexuais” oriundas das mentes alucinadas destes guerreiros da carne, querem nos fazer crer que as mulheres com as quais eles se relacionam, ao contrario de todas as outras, e notem que ridículo, possuem uma boca cheia de dentes, dois olhos, um nariz, dois ouvidos, um par de seios, um do lado do outro e duas coxas que, na hora agá são afastadas para o lado.

A segunda bravata masculina é a importância descabida atribuída aos infindáveis números de performances que, alguns dizem alcançar, numa clara atitude de considerar nosso aparelho de escuta vulgarmente, chamado de ouvidos, como verdadeiros pinico.

Oh, estes insaciáveis e incríveis homens e suas maravilhosas metralhadoras genitais!

A norma geral, nestes casos, é que ninguém tem uma performance básica. Neste grande circo fálico das bravatas masculinas inclusive, aparecem aqueles que, além de muito mentirosos, são autênticos materialistas e de uma avareza invulgar, pois quando levam uma mulher para o motel, acham que quanto mais relações sexuais tiverem com suas “vitimas” mais barato ficará o preço da diária, baseado na teoria financeira da relação custo x beneficio.

Um comportamento deplorável.

Para estes “rapidinhos” bravateiros sexuais que querem “dar todas” num só  momento, lembro-lhes a estória do mineiro e seu filho que estando no alto de um morro olham lá embaixo e vêem oito lindas vacas perdidas.

Muito juvenil e, exalando o odor intrépido dos feromônios hormonais à flor da pele, o ansioso mineirinho propõe ao pai que saiam correndo para apanhar pelo menos, uma daquelas vacas. O pai, mais experiente, e com maior equilíbrio de testosterona no sangue e na alma, diz para o filho exatamente, o contrário, ou seja, desceriam o morro bem devagar, e sem fazerem nenhum estardalhaço,pois agindo assim, de forma cautelosa, não espantariam nenhuma delas e, ao invés de apanharem somente uma, apanhariam todas elas.

Então fica aqui bem explicitado que a quantidade, sem qualidade é pior do que assinatura de TV a cabo com 290 canais.

Pois eu pergunto:Para quê você quer isso, pois no frigir dos ovos, só conseguirá ver mesmo uns cinco ou seis, canais habitualmente.

Expliquei ou quer que eu minta?